04/03/2026
O Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia realizou no dia 28 de fevereiro de 2026 mais uma sessão do Curso de Introdução à Ortopedia, integrado no programa InOrtopedia 2026. A manhã formativa, transmitida em formato online, reuniu vários especialistas para abordarem temas centrais da prática clínica, reforçando conhecimentos essenciais tanto para internos como para médicos que exercem na área.
A sessão iniciou-se com a apresentação “Vou operar um doente. Que exames devo pedir?”, conduzida por Catarina Campos Costa, que clarificou de forma prática os exames pré-operatórios fundamentais. Seguiu-se a intervenção de Leonor Gomes, dedicada ao tema “Anticoagulantes e Antiagregantes – quando usar, quando parar e quando reiniciar em Ortopedia”, onde foram revistas as principais orientações sobre terapêutica antitrombótica no contexto cirúrgico.
Posteriormente, as técnicas Daniela Sousa e Andreia Monteiro abordaram o papel do intensificador de imagem na palestra “Intensificador de Imagem: o companheiro da sala de bloco”, destacando a sua importância no apoio à decisão intraoperatória. A gestão da dor foi o tema seguinte, apresentado por. Ana Marinho, que explicou abordagens fundamentais para o controlo da dor no perioperatório.
O bloco dedicado ao trauma iniciou-se com a sessão “Princípios do tratamento de fraturas diafisárias”, apresentada pelo Dr. João Luís Silva, que expôs os conceitos basilares para a abordagem deste tipo de fraturas. Elisabete Ribeiro continuou o tema com a comunicação “Fraturas diafisárias mais frequentes – particularidades”, focando as especificidades dos casos mais comuns.
Seguiram-se as intervenções dedicadas às fraturas articulares e periarticulares. Sara Carloto apresentou “Princípios do tratamento de fraturas articulares e periarticulares”, enquanto Diogo Lacerda abordou “Fraturas articulares e periarticulares mais frequentes – particularidades”, analisando situações típicas e aspetos diferenciadores na sua abordagem.
A manhã terminou com a apresentação “Particularidades do Trauma Infantil”, por Patrícia Gamelas, que sublinhou as diferenças essenciais entre o trauma ósseo pediátrico e o adulto, reforçando a necessidade de uma avaliação adaptada à idade e ao desenvolvimento.
A sessão de 28 de fevereiro voltou a demonstrar a relevância do programa formativo do InOrtopedia, contribuindo para a atualização contínua dos profissionais e para a consolidação de boas práticas clínicas na área da Ortopedia.